Os sete fatores de uma morte tranquila: uma abordagem budista Theravada à morte na Tailândia

Algum parente ou amigo seu está morrendo? Sem dúvida alguma é uma situação difícil, mas inevitável. Phra Paisal Visalo, um experiente monge tailandês que tem trabalhado duro em fornecer cuidados budistas para quem está no fim da vida, explica os sete fatores para uma morte tranquila.

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A Arte da Vida Leiga (Parte 4)

A maior parte dos ensinamentos do Buda foi dada a monásticos. Mas e quanto aos praticantes leigos? Nessa série de estudos que o blog Budismo & Sociedade está publicando semanalmente, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre a arte de viver do budista leigo. Nesse quarto de dez capítulos, o autor destaca que quando escolhemos um estilo de vida, nos esquecemos que nossas atitudes desencadeiam uma série de reações. Ou seja, quando fazemos escolhas, temos que pensar na complexa rede de eventos que nossas escolhas nos colocam. Trata-se do ensinamento de Origem Dependente (paṭiccasamuppāda). Dessa forma, o monge afirma que sem entender as ligações causais entre as coisas, o praticante budista não pode saber o que trazer para sua vida para obter determinado resultado. O praticante leigo, portanto, deve estudar o Samsara para poder ajustar seu estilo de vida de acordo com o que descobrir.

Do porquê podemos ter certeza de que Deus não existe

A opinião de um monge budista, Bhante Sujato, sobre Deus: "Se estivermos interessados em nos mover além da razão, não há necessidade de invocar um conjunto de crenças teístas; o Buda mostrou isso há 2500 anos. O importante é a expansão da consciência e, para isso, Deus é irrelevante".

A Arte da Vida Leiga (Parte 3)

A maior parte dos ensinamentos do Buda foi dada a monásticos. Mas e quanto aos praticantes leigos? Nessa série de estudos que o blog Budismo & Sociedade está publicando semanalmente, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre a arte de viver do budista leigo. Nesse terceiro de dez capítulos, o monge destaca que um praticante leigo deveria cultivar certos valores budistas em sua vida, a saber: Convicção, Virtude, Generosidade e sabedoria. A partir de então, ele ou ela pode refletir sobre os valores que coloca como centrais em sua vida. Nesse processo, o autor nos convida a fazer uma lista de coisas que consideramos realmente importantes em nossas vidas e depois confrontar o resultado com os valores defendidos pelo Buda.

O ensinamento do Buda e seus impactos econômicos

De Prof. Manik Lal Shrestha, Gorkhapatra, Nov 4, 2007 Kathmandu, Nepal -- Os ensinamentos e pensamentos do Buda são frequentemente descritos como pensamentos dialético-filosóficos, religião pacifista e ensinamentos estóicos. Fredreich Engels, co-autor de "O Manifesto Comunista", chamou o Buda "um dentre os primeiros dialéticos na história da humanidade". Todas as descrições são sobre os aspectos [...]

A Arte da Vida Leiga (Parte 2)

A maior parte dos ensinamentos do Buda foi dada a monásticos. Mas e quanto aos praticantes leigos? Nessa série de estudos que o blog Budismo & Sociedade está publicando semanalmente, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre a arte de viver do budista leigo. Nesse segundo de dez capítulos, o monge explica que uma "vida monástica" também pode ser praticada pelo leigo e que isso significa que leigos também podem ter uma vida de renúncia adaptada ao seu estilo de vida. Apesar da palavra "renúncia"causar receio em ocidentais, ele explica que é importante o leigo realizar, em alguma medida, renúncias mentais e físicas.

A Arte da Vida Leiga (Parte 1)

A maior parte dos ensinamentos do Buda foi dada a monásticos. Mas e quanto aos praticantes leigos? Nessa série de estudos que o blog Budismo & Sociedade começa a publicar semanalmente hoje, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre a arte de viver do budista leigo. Nesse primeiro de dez capítulos, o monge explica que o budismo é uma religião que permite diversas formas de práticas e que não há um modelo único e exclusivo para os leigos praticarem o Dhamma. Entretanto, ele afirma também que a prática budista se dá a todo instante, não havendo uma separação entre praticar o budismo e realizar outras atividades. Quando se realiza "outras atividades" também devemos praticar o budismo, pois nosso kamma (carma) se manifesta a todo momento.

Uma resposta budista a Deus: uma crítica ao debate entre William Lane Craig e Sam Harris

É preciso acreditar em Deus para ter uma base ética sólida? Para muitas pessoas, Deus é a fonte única e primordial da Moral e da Ética. Teístas costumam argumentar que pessoas sem Deus estariam livres e inculpáveis de praticarem atos danosos à sociedade. Se isso for verdade, os budistas (sendo não-teístas) não teriam base alguma para constituírem uma ética própria. Neste texto, Craig S. Shoemake não só argumenta que depositar a Moral em Deus seria um equívoco, como também afirma que o Buda histórico teria proposto uma base mais consistente para a ética e a moral sem precisar recorrer a divindades. Segundo o autor, a ética (Sila) budista se baseia em diminuir o sofrimento em nós mesmos e nos outros através do cultivo de ações mentais, verbais e físicas consideradas hábeis.