Budistas engajados no desenvolvimento social

Além de meditarem e ensinarem o Dhamma, monges também se envolvem em ativismos sociais. Phra Paisal Visalo explica como se deu o processo de cooperação entre a sangha e as ONGs na Tailândia.

Anúncios

Abrace a morte

Meditar sobre nossa morte vale a pena? Para lidar com o sofrimento quando chega o momento da morte, esteja sempre preparado, escreve PHRA PAISAL VISALO. A técnica de meditar na morte se chama maraṇasati e foi instituída pelo próprio Buda no Anguttara Nikaya VI. 20. É recomendada sobretudo para quem já tem alguma experiência com meditação e não sofre de nenhum problema psicológico, como depressão por exemplo. Neste texto, o monge da Tradição da Floresta Paisal Visalo dá dicas sobre como meditar sobre a finitude da vida.

A política dos genitais do Buda

Neste texto, Ajahn Sujato - um dos principais tradutores do Páli na modernidade - discorre sobre um tema largamente ignorado: a genitália do Buda. O Cânone antigo enfatiza que o Buda Gotama possuía 32 marcas especiais que o tornavam distinto. Uma delas é que ele não teria um pênis normal. Sujato acredita que o relato sobre as 32 marcas, como qualquer outro mito, possui um significado latente, e apresenta a tese de que essa informação sobre a genitália do Buda sugere a ideia de que quem atingiu o Despertar está além da binaridade de gênero.

Porque os budistas deveriam ser vegetarianos

Apesar de Buda ter comido carne, Ajahn Sujato pondera sobre as implicações de ser vegetariano tendo em vista o contexto do mundo moderno. Ele afirma que Sila (ética) vai além do Kamma (ação) e argumenta que a preocupação ética do budista, portanto, deve extrapolar a preocupação cármica.

Sabedoria acima da justiça

Neste texto, Thanissaro Bikkhu reflete sobre a ação social dos budistas. Segundo ele, a ideia de justiça como fundamento absoluto é eminentemente ocidental e cristã. Ele propõe que a busca por melhores condições sociais, do ponto de vista budista, seja implementada a partir da noção de sabedoria e de méritos.

Integrando a espiritualidade na política popular

Phra Paisal Visalo é um monge Theravada da Tradição Tailandesa da Floresta. Ele é abade de Wat Pah Sukato, no nordeste da Tailândia. Visalo é famoso por seu ativismo social e, principalmente, pela luta pela preservação ambiental em seu país. A Tradição Tailandesa da Floresta tem sofrido muito com a devastação da flora nacional. Neste texto Visalo discute a importância da espiritualidade no ativismo sócio-político e na preservação ambiental a partir de suas experiências como monge de floresta no interior do país.

Contentamento e esperança: ou porquê Paul Williams está errado sobre o budismo

Resposta do monge australiano Ajahn Sujato às críticas de Paul Williams, ex-budista convertido ao catolicismo. Williams afirma que o budismo não traz esperanças para os seus praticantes, em oposição ao cristianismo. Sujato argumenta que o budismo não foca na esperança porque ensina o caminho do amadurecimento que dispensa a fé na esperança e finca raízes no presente e na realidade.

A comunidade budista deveria se engajar em ativismos sociais? Confira nesta entrevista com Ajahn Sujato.

Em dezembro de 2016, Ajahn Sujato concedeu uma entrevista a Raymond Lam, escritor sênior do site Buddhistdoor. O monge, engajado politicamente, falou sobre várias questões sociais contemporâneas, incluindo: ambientalismo, política e direito das bhikkhunis. Confira abaixo: Uma tarde com Ajahn Sujato: coragem pessoal e a restauração do objetivo moral da Sangha por Raymond Lam O alto [...]

Discriminação de gênero e o Cânone em Pali: uma carta de Ajahn Analayo Bhikkhu a Ayya Tathaaloka

Segue abaixo a tradução de um texto a respeito da inexistência de uma discriminação de gênero no Cânone em Páli. No final do artigo poderão ser encontradas as devidas referências utilizadas pelo autor e o link para conferir o texto na íntegra. 12 de dezembro de 2009 Prezada Venerável Ayyā Tathālokā, Você me pediu para [...]