A política dos genitais do Buda

Neste texto, Ajahn Sujato - um dos principais tradutores do Páli na modernidade - discorre sobre um tema largamente ignorado: a genitália do Buda. O Cânone antigo enfatiza que o Buda Gotama possuía 32 marcas especiais que o tornavam distinto. Uma delas é que ele não teria um pênis normal. Sujato acredita que o relato sobre as 32 marcas, como qualquer outro mito, possui um significado latente, e apresenta a tese de que essa informação sobre a genitália do Buda sugere a ideia de que quem atingiu o Despertar está além da binaridade de gênero.

Porque os budistas deveriam ser vegetarianos

Apesar de Buda ter comido carne, Ajahn Sujato pondera sobre as implicações de ser vegetariano tendo em vista o contexto do mundo moderno. Ele afirma que Sila (ética) vai além do Kamma (ação) e argumenta que a preocupação ética do budista, portanto, deve extrapolar a preocupação cármica.

Sabedoria acima da justiça

Neste texto, Thanissaro Bikkhu reflete sobre a ação social dos budistas. Segundo ele, a ideia de justiça como fundamento absoluto é eminentemente ocidental e cristã. Ele propõe que a busca por melhores condições sociais, do ponto de vista budista, seja implementada a partir da noção de sabedoria e de méritos.

Porque os budistas deveriam apoiar o casamento igualitário

Muitos budistas tem se posicionado sobre a homossexualidade e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas raramente se fala sobre o que o próprio Buda disse a respeito. Neste texto, Ajahn Sujato examina no Cânone Páli o que Buda Gotama falou sobre o tema tanto nos Suttas quanto na Vinaya.