Não deixem Aung San Suu Kyi de fora de seu papel no genocídio no Mianmar

Na semana passada, um proeminente professor budista defendeu Aung San Suu Kyi, a budista vencedora do Prêmio Nobel da Paz e líder civil do Mianmar, contra as críticas de que ela é parte do genocídio. Khin Mai Aung explica por que essa defesa não se sustenta.

Carta de Dzongzar Kyentse Rinpoche em apoio à Aung San Suu Kyi a respeito da crise rohingya

Em seu texto mais polêmico dos últimos anos, o lama butanês Dzongsar Lamyang Khyentse sai em defesa de Aung San Suu Kyi, afirmando que as críticas que ela recebe por seu suposto corpo-mole diante da crise rohingya, não passam de propaganda colonialista do Ocidente. O posicionamento dele causou polêmica em parte da comunidade budista, que reagiu com críticas. O blog Budismo & Sociedade publica a carta e a resposta de uma ativista social budista do Mianmar.

Visões distorcidas do budismo: agnóstica e ateísta

O budismo é compatível com o ateísmo secularista? Segundo Stephen Batchelor, sim. Ele escreveu o livro Confissões de um ateu budista, que causou muita polêmica na comunidade budista. Neste texto, B. Alan Wallace critica a prática do budismo sem crenças religiosas, o que gerou uma resposta de Batchelor. O Blog Budismo & Sociedade traduziu a crítica de Wallace e a resposta de Batchelor.