Sobre não-eu, existência e estratégias ontológicas

O conceito de anatta é o mais original e, talvez, o mais polêmico do budismo. É difícil realizar a ideia de não-Eu, pois nosso Ego se apega à crença de que existimos eternamente. Dessa forma, ao longo da história, tentativas disfarçadas de introduzir uma ideia de Atta dentro do budismo foram feitas. Num recente debate dentro da comunidade Theravada, o monge estadunidense Ajahn Thanissaro tem afirmado que Anatta não é uma afirmação ontológica, apenas uma estratégia de prática. Neste texto, o monge australiano Ajahn Sujato critica essa posição e argumenta em favor da visão clássica de que Anatta é uma afirmação ontológica.

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Os sete fatores de uma morte tranquila: uma abordagem budista Theravada à morte na Tailândia

Algum parente ou amigo seu está morrendo? Sem dúvida alguma é uma situação difícil, mas inevitável. Phra Paisal Visalo, um experiente monge tailandês que tem trabalhado duro em fornecer cuidados budistas para quem está no fim da vida, explica os sete fatores para uma morte tranquila.

Abrace a morte

Meditar sobre nossa morte vale a pena? Para lidar com o sofrimento quando chega o momento da morte, esteja sempre preparado, escreve PHRA PAISAL VISALO. A técnica de meditar na morte se chama maraṇasati e foi instituída pelo próprio Buda no Anguttara Nikaya VI. 20. É recomendada sobretudo para quem já tem alguma experiência com meditação e não sofre de nenhum problema psicológico, como depressão por exemplo. Neste texto, o monge da Tradição da Floresta Paisal Visalo dá dicas sobre como meditar sobre a finitude da vida.

Filme budista “Três Marcas da Existência”

De Tiago Ferreira https://www.youtube.com/watch?v=s5kDvOOhlJ4 Estou longe de ser crítico de cinema, mas gostaria de indicar o filme acima e tecer algumas palavras sobre o mesmo. Na verdade, essa postagem será uma versão maior de um antigo comentário meu que fiz no site Filmow assim que assisti ao filme uns 3 anos atrás. O comentário tem [...]