A Arte da Vida Leiga (Parte 1)

A maior parte dos ensinamentos do Buda foi dada a monásticos. Mas e quanto aos praticantes leigos? Nessa série de estudos que o blog Budismo & Sociedade começa a publicar semanalmente hoje, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre a arte de viver do budista leigo. Nesse primeiro de dez capítulos, o monge explica que o budismo é uma religião que permite diversas formas de práticas e que não há um modelo único e exclusivo para os leigos praticarem o Dhamma. Entretanto, ele afirma também que a prática budista se dá a todo instante, não havendo uma separação entre praticar o budismo e realizar outras atividades. Quando se realiza "outras atividades" também devemos praticar o budismo, pois nosso kamma (carma) se manifesta a todo momento.

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Sexo, pecado e budismo

Neste texto, o Bhikkhu Cintita Dinsmore discorre sobre o papel do celibato monástico e da manutenção da instituição monástica, discorrendo sobre como o sexo e o desejo sensual são encarados no budismo.

O que o Buda pensava sobre as mulheres?

Em nenhum dos três ramos do budismo asiático as mulheres têm igualdade em relação aos homens. Na Theravada, a ordem feminina de monjas fora extinta até recentemente e não é plenamente reconhecida. No budismo tibetano Vajrayana, a situação é parecida, com o Dalai Lama afirmando que a decisão de restabelecer a ordem feminina é da Sangha e não dele pessoalmente. Mesmo na mahayana do leste asiático, onde a ordem feminina sobreviveu, são geralmente os homens na liderança dos grandes templos e ou organizações. Neste belíssimo texto, Bhikkhu Cintita revisita a Vinaya para dizer o que o Buda pensava sobre as mulheres e a ordenação feminina.